• As frutas cítricas

    As frutas cítricas são ricas em ácido ascórbico, a vitamina C, que possui ação antioxidante e previne o escorbuto (carência de vitamina C). Também é importante na defesa do organismo contra...

  • As frutas cítricas

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    Boas músicas que dá para escutar e com boas mensagens...

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    Programas informáticos que visam facilitar a realização de tarefas num computador ou num dispositivo móvel!

domingo, 15 de setembro de 2019

Storage Analyzer Disk Usage

Você pode ver a taxa de consumo de armazenamento com um gráfico de pizza. "Analisador de armazenamento e uso de disco" Use aplicativos para tornar seu smartphone mais divertido e confortável.
Neste canto, apresentaremos o aplicativo "Teppan", um item obrigatório para usuários de smartphones, cuidadosamente seleccionado pelo departamento editorial a partir de aplicativos sazonais que aparecem um após o outro!

A quantidade de espaço livre de armazenamento que diminuirá à medida que você continuar usando o smartphone. 

Mesmo se você quiser excluir arquivos extras, talvez não saiba o que está lá e o que está ocupando armazenamento em primeiro lugar. "Analisador de armazenamento e uso de disco" é o que você deseja usar nesses momentos.

"Storage Analyzer & Disk Usage" é um aplicativo de gerenciamento de arquivos que exibe o status do armazenamento em um gráfico de pizza. Analisando o conteúdo do armazenamento externo, como o armazenamento interno do smartphone e o cartão SD, o status de ocupação do armazenamento é representado como um gráfico de pizza.


Quanto maior o tamanho do arquivo, maior a torta é exibida e, tocando na torta, é exibido um gráfico de torta mostrando o detalhamento do item. Por exemplo, se você tocar na torta de um gráfico de torta para cada pasta, um gráfico de torta mostrando o tamanho das subpastas abaixo dela será exibido e, tocando na subpasta, os arquivos individuais serão listados. Você também pode exibir um gráfico de sectores circulares para cada tipo de arquivo (extensão), como imagem, vídeo, música etc., e tocar no item para exibir uma lista de arquivos com essa extensão.

      



Pode baixar o aplicativo aqui

NB: O programa esta compactado pelo Winrar
Caso pedir senha me  sinal pelo:
 +258846524154
ou pelo
email:cheledemoz@gmail.com

Custos adicionais

20Mts {Vinte meticais}


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

DU-Recorder - O melhor gravador de tela para Android.

DU Recorder é um app que te permite gravar um vídeo do que quer que esteja acontecendo na tela do seu Android. A melhor parte é que uma vez que tenha gravado o vídeo, você também pode editar usando uma ferramenta de edição já inclusa no app.
Nas configurações do app você pode ajustar a qualidade do vídeo como número te quadros por segundo (até 60 FPS), a saída de vídeo (até 1080p), e a qualidade do vídeo (até 12Mbps). Também, você não precisa de sistema root para gravar.

Tendo ajustado todas as opções e gravado o vídeo, é hora de editar. Você pode cortar e unir fragmentos, adicionar música de fundo e ajustar o volume do vídeo.


Quando finalizar, tudo que precisa fazer é salvar o vídeo na memória do seu smartphone ou compartilhar directamente em qualquer rede social.
DU Recorder é uma ferramenta poderosa para gravação de vídeo que te permite registar tudo que fizer na tela do seu smartphone. Todas essas funções em apenas pouco mais de 16MB.


Baixar o aplicativo aqui

NB: O programa esta compactado pelo Winrar

Caso pedir senha me deia sinal pelo:
 +258846524154
ou pelo
email:cheledemoz@gmail.com
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Custos adicionais
20Mts na M-Pesa

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Você sabia que o futebol feminino já foi proibido no Brasil?

Nos tempos actuais, é até difícil imaginar que mulheres sofreram proibições tão arbitrárias há tão pouco tempo. Até 1979, o futebol feminino era proibido no Brasil, por lei. Se essa lei continuasse valendo até hoje, não só o país, mas o mundo todo, estariam privados de tantos talentos e tantas alegrias do esporte e é assustador pensar que 1979 não está tão longe assim no tempo.
O futebol feminino não é exactamente uma novidade, como a mídia pode fazer parecer actualmente. O primeiro registo de uma partida disputada apenas por mulheres data de 1913 e em 1940, haviam pelo menos 10 times formados por mulheres no Rio de Janeiro, com outros pequenos núcleos se formando em capitais como São Paulo e Belo Horizonte. 

Em maio de 1940, houve um jogo entre as selecções femininas carioca e paulista no recém-inaugurado estádio do Pacaembu, em São Paulo, algo que chamou a atenção tanto para o bem quanto para o mal.

No ano seguinte, órgãos conservadores enviaram uma carta directamente ao gabinete do então presidente da república, Getúlio Vargas. Tornou-se então uma espécie de “senso comum”: mulheres não podiam jogar futebol porque isso prejudicaria sua saúde, complicando a maternidade. Em 1965, a Ditadura Militar transformava a regra informal em lei: “Não é permitida a prática feminina de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo, halterofilismo e beisebol”, dizia o texto da Deliberação nº. 7 de 1965.

A abertura
Em 1979, em meio a abertura política geral que começava a se desenhar no país, a Deliberação nº. 7 de 1965 foi revogada, permitindo assim a abertura de clubes e ligas de futebol feminino por todo o Brasil. Na verdade, muitos times já funcionavam na clandestinidade e a falta de incentivo mesmo após a legalização acabou mudando muito pouco o cenário.

Nos anos 80, aconteceu anualmente uma Taça Brasil de Futebol Feminino, com a maioria dos grandes clubes de futebol brasileiros participando. A iniciativa era precária e acabou terminando depois de alguns anos, gerando uma situação não muito diferente da que temos hoje, onde as mulheres possuem muito mais dificuldades em seguir no esporte do que os homens.

domingo, 12 de maio de 2019

Garimpeiros - Miyo dhi no yela





segunda-feira, 8 de abril de 2019

Saiba o que é “kuru” a misteriosa doença dos canibais.


Em 1961, um médico Australiano viajou até Papua-Nova Guiné e se deparou com uma doença misteriosa chamada pelos nativos de “kuru”. Após anos de pesquisa, ele descobriu que o mal, que até alguns pesquisadores começaram a acreditar se tratar de feitiçaria, tinha relação com o hábito dos aborígenes de comer os corpos de seus entes queridos já falecidos, o que é considerado por eles um ato de amor.
Ao chegar à ilha vizinha, o Dr. Michael Alpers se deparou com uma doença que na época já matava cerca de 200 pessoas por ano. O mal foi baptizado pelo povo Fore como “kuru”, que significa “tremer” em seu idioma local. Os sintomas envolviam, além dos tremores e espasmos musculares, intensa dor nos membros superiores e inferiores, além de problemas de coordenação motora e dificuldade para engolir.



Os nativos acreditavam se tratar de feitiçaria, já que muitos dos doentes exibiam sorrisos e chegavam a rir durante as crises, já que seu sistema nervoso estava sendo afetado. O mal era tão inexplicável que até alguns pesquisadores começaram a considerar a hipótese sobrenatural, mas tudo mudou quando o Dr. Alpers resolveu fazer uma autopsia em uma menina morta pelo kuru. 
Confira um vídeo gravado na década de 60, mostrando um dos nativos afectados pela doença: 

A doença dos canibais
Ao explicar para a família que ele teria que abrir o crânio do cadáver para colectar porções do cérebro, Alpers ficou surpreso com a naturalidade com que os aborígenes receberam a proposta. Isso porque, entre eles, o costume de se retirar partes do corpo de entes queridos mortos, principalmente o cérebro, era extremamente comum. 
As suspeitas do médico aumentaram com isso e foram confirmadas após testes envolvendo os tecidos cerebrais colectados e transplantados em macacos nos Estados Unidos. A doença degenerativa era resultado da prática dos nativos de comer os mortos e poderia dizimar a raça inteira. Tudo surgiu a partir de um caso isolado, que foi comido e continuou se espalhando e matando outras pessoas, que também eram comidas.
Levou algum tempo para que o povo Fore de Papua-Nova Guiné abandonasse as práticas de canibalismo. Para eles, comer o ente querido morto era um ato de amor, afinal, era melhor ser comido por seus parentes do que ser comido por larvas na decomposição do corpo.
Felizmente o kuru, a doença dos canibais, parou de matar quando as práticas foram alteradas, mas doenças derivadas ou similares causam medo na região até hoje, como na epidemia do mal da vaca louca, que felizmente, não atingiu humanos, mas funciona de forma parecida com o kuru.