• As frutas cítricas

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    Boas músicas que dá para escutar e com boas mensagens...

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domingo, 12 de maio de 2019

Garimpeiros - Miyo dhi no yela





segunda-feira, 8 de abril de 2019

Saiba o que é “kuru” a misteriosa doença dos canibais.


Em 1961, um médico Australiano viajou até Papua-Nova Guiné e se deparou com uma doença misteriosa chamada pelos nativos de “kuru”. Após anos de pesquisa, ele descobriu que o mal, que até alguns pesquisadores começaram a acreditar se tratar de feitiçaria, tinha relação com o hábito dos aborígenes de comer os corpos de seus entes queridos já falecidos, o que é considerado por eles um ato de amor.
Ao chegar à ilha vizinha, o Dr. Michael Alpers se deparou com uma doença que na época já matava cerca de 200 pessoas por ano. O mal foi baptizado pelo povo Fore como “kuru”, que significa “tremer” em seu idioma local. Os sintomas envolviam, além dos tremores e espasmos musculares, intensa dor nos membros superiores e inferiores, além de problemas de coordenação motora e dificuldade para engolir.



Os nativos acreditavam se tratar de feitiçaria, já que muitos dos doentes exibiam sorrisos e chegavam a rir durante as crises, já que seu sistema nervoso estava sendo afetado. O mal era tão inexplicável que até alguns pesquisadores começaram a considerar a hipótese sobrenatural, mas tudo mudou quando o Dr. Alpers resolveu fazer uma autopsia em uma menina morta pelo kuru. 
Confira um vídeo gravado na década de 60, mostrando um dos nativos afectados pela doença: 

A doença dos canibais
Ao explicar para a família que ele teria que abrir o crânio do cadáver para colectar porções do cérebro, Alpers ficou surpreso com a naturalidade com que os aborígenes receberam a proposta. Isso porque, entre eles, o costume de se retirar partes do corpo de entes queridos mortos, principalmente o cérebro, era extremamente comum. 
As suspeitas do médico aumentaram com isso e foram confirmadas após testes envolvendo os tecidos cerebrais colectados e transplantados em macacos nos Estados Unidos. A doença degenerativa era resultado da prática dos nativos de comer os mortos e poderia dizimar a raça inteira. Tudo surgiu a partir de um caso isolado, que foi comido e continuou se espalhando e matando outras pessoas, que também eram comidas.
Levou algum tempo para que o povo Fore de Papua-Nova Guiné abandonasse as práticas de canibalismo. Para eles, comer o ente querido morto era um ato de amor, afinal, era melhor ser comido por seus parentes do que ser comido por larvas na decomposição do corpo.
Felizmente o kuru, a doença dos canibais, parou de matar quando as práticas foram alteradas, mas doenças derivadas ou similares causam medo na região até hoje, como na epidemia do mal da vaca louca, que felizmente, não atingiu humanos, mas funciona de forma parecida com o kuru.

É possível criar um carro movido a água? Como funcionaria?


Um carro movido a água parece algo saído da ficção, mas acredite, é bem mais real do que parece. Alguns modelos de motores já foram desenvolvidos com o uso de água, mas não como combustível. A água é usada na electrólise, uma reacção química que pode impulsionar o motor, embora essa tecnologia ainda não tenha sido tão explorada assim e precise de alguns aprimoramentos, é claro.
O primeiro motor de carro movido a água foi criado bem antes do que se imagina, ainda em 1935, pelo inventor americano Charles H. Garrett. Desde então, muitos outros protótipos já foram patenteados, inclusive modelos brasileiros, mas nenhum deles usa a água como um combustível, substituindo a gasolina ou o etanol. Na verdade, esses mecanismos funcionam com base em uma reacção química. Trata-se da electrólise, que nada mais é do que a quebra das moléculas de água, que acaba liberando hidrogénio, esse sim o verdadeiro combustível. O problema desse sistema é que a queima do hidrogénio resulta novamente em água, fazendo com que o motor gaste mais energia nesses processos ao invés de economizar. Alguns testes estão sendo feitos, com o mais promissor sendo o uso de Boro na electrólise, o que tornaria o processo mais económico. 
Kits de hidrogénio são vendidos no Brasil para serem usados em conjunto com o combustível normal, prometendo gerar grande economia para o usuário. Acontece que não só a economia é pouca ou inexistente, mas o kit também é considerado ilegal no país.

Toyota Mirai
Até mesmo grandes montadoras levam o conceito de carro movido a água a sério, embora com algumas adaptações. É o caso do Mirai, lançado pela japonesa Toyota em 2014. Ele não roda a base de água, mas seu motor é abastecido por hidrogénio, obtido através do processo de electrólise, porém feito de forma mais inteligente.
No caso do Toyota Mirai, a electrólise não é feita dentro do próprio motor, que não chega a ter contacto com a água. O processo é todo realizado em usinas e laboratórios específicos e o hidrogénio resultante é colocado no tanque de combustível.
É uma ideia ainda simplista dentro do conceito, mas conforme as pesquisas com o Boro começarem a apresentar resultados, novos modelos e outras montadoras devem se interessar em fabricar carros movidos a água.

domingo, 17 de março de 2019

Saiba o que é preciso fazer para ser um astronauta.

Ser um astronauta pode ser o emprego dos sonhos de muita gente, mas definitivamente não é uma das carreiras mais fáceis de ser seguida. Para sair da atmosfera e ver a Terra lá do alto, é preciso muito mais do que um preparo físico digno de um triatleta, o candidato precisa antes de tudo ser um cientista de nível expert, além de passar por um treinamento bastante rigoroso.
De acordo com a Nasa, o aspirante a astronauta precisa, antes de qualquer coisa ser pelo menos um bacharel em Engenharia, Ciências Biológicas, Ciências Físicas ou Matemática, com raras exceções para outros cursos. A maioria acaba sendo formada por mestres e doutores, já que na concorrência por uma vaga em uma missão, toda e qualquer qualificação é válida e pode fazer a diferença. Também é grande a quantidade de candidatos militares, vindo das forças armadas dos Estados Unidos, no caso da Nasa.


Mesmo após serem aprovados, os candidatos continuam a serem candidatos. São necessários pelo menos 2 anos de treinamento dentro das agências espaciais, onde o ainda aspirante a astronauta estudará assuntos mais específicos e acumulará horas de voo, importantíssimas para que a primeira experiência finalmente aconteça. São feitos inúmeros testes físicos e psicológicos, além de simulações das coisas mais básicas, como cuidar do lixo no espaço, até tarefas mais complexas, como o funcionamento dos módulos de transporte.

sábado, 16 de março de 2019

Descubra a origem dos nomes dos planetas do sistema solar!


Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. Esses são os nomes dos planetas do Sistema Solar, não é mesmo? Mas tirando o nome da nossa casa, por qual motivo que eles receberam esses nomes? Entenda mais abaixo.
O primeiro povo da história a baptizar os nomes dos planetas do Sistema Solar foram os sumérios, que moravam na antiga Mesopotâmia (actual Iraque) há 5 mil anos. Eles foram os primeiros a notar que cinco estrelas (Úrano e Neptuno não são visíveis no céu) se moviam e pensaram se tratar de deuses. Por conta disso, elas foram baptizadas de acordo com divindades.

Alguns séculos mais tarde, os romanos adaptaram os nomes dos planetas dados pelos sumérios de acordo com suas divindades.
Enki ganhou o nome de Mercúrio, por ser a que se movia mais rápido no céu, em referência ao mensageiro dos deuses.
Inanna se tornou Vénus, a deusa da beleza, por ser a estrela mais brilhante no céu.
Gugalanna recebeu a alcunha de Marte, em homenagem ao deus da guerra
Enlil virou Júpiter, por ser a maior das estrelas, em homenagem a Zeus. (Júpiter é o nome latino do senhor do Olimpo)
Ninurna se transformou em Saturno, o deus do tempo, já que ela era a estrela com movimentação mais lenta entre as cinco.
Úrano foi descoberto apenas em 1781 e recebeu este nome em homenagem ao deus greco-romano que representava os céus. Já Neptuno só foi visto pela primeira vez em 1846 e foi baptizado desta forma para homenagear o deus romano dos oceanos.

Plutão, que foi descoberto em 1915, se chama assim por conta do deus romano dos mortos, mas quase recebeu o nome de Persival, uma sugestão da mulher do astrónomo Persival Lowell, responsável pela descoberta do agora planeta-anão. Por fim, nossa casa, a Terra, tem como significado “solo”, “chão” ou “território” e é uma palavra de origem latina. Dentro da mitologia romana, nosso planeta era representado por Gaia, a deusa da fertilidade.